Descrição
Enquanto esperam o início dos debates hoje no Clube de Cultura onde surgirão as propostas a serem levadas ao Rio de Janeiro para o I Seminário Nacional de Arte Cênica Brasileira produtores e atores de teatro mobilizam-se num estado detalhado da lei que regulamenta sua profissão e obcecados nelabordam problemas como a censura o cooperativismo salas de espetáculo e a formação de um público para o teatro. Ao encerrar vale ainda uma observação. Esta sendo os grupos mais marginais ou pelo menos os grupos fiéis considerados como tal ou pelo menos os grupos acerca fiéis como o "Ói nóis aqui traveiz" "Criatura" da Mercatoria ou o Alternativa os que feliz o deixam de todos os defeitos que possam resultar de suas próprias opções de manutenção execução as melhores propostas de renovação cênica e ou assistimos em nossa cidade nos últimos tempos. Será que não constatá-lo inevitável terá que algum como ocorria até outra de que os grupos profissionais não têm condições pelo próprio fato de profissionais terem que atender a um público burgês num não gosta de inovações e assim viriam em certa impossibilidade de pesquisar linguagem e formas? A exceção da tentativa da direção de Roberto Ruas no ano passado o que temos visto é de modo geral inexpressivo decididamente bem comportado muito neste sentido? Até quando? Antonio Hohlfeldt. Jucemar Weiss do grupo Oi Nóis Aqui Traveiz fala das relações com os mecanismos oficiais o cooperativismo e sobre casas de espetáculos.