Descrição
Para lembrar os 38 anos do lançamento da primeira bomba atômica no mundo que levou à morte 200 mil pessoas em Hiroshima o Comitê pela Paz e o Grupo Em Nome do Amor Natureza de Belo Horizonte promoveram uma caminhada de protesto contra a corrida armamentista uma passeata encenaram a noite no Centro de Porto Alegre. Carreando faixas "Pelo amor pela paz Hiroxima nunca mais" cantando refrões na poesia de Ínculos na Moral. "A boca me dá carne / eu não posso alimento" jogando flores para a população e estúpida e inválida os versos de Geraldo Vandré. "Caminhando e cantando e seguindo a canção" desfilaram pela Rua da Praia levando consigo um público muito grande. A encenação do grupo teatral "Ói Nóis aqui traveiz" representava uma bomba de papelão pesadas em três pessoas esfarrapadas sujias deformadas lembrando as trágicas consequências da bomba e da cidade simbolizava a morte uma fantasia de preto na força na Rua do Jura Star: o Tio Sam artista com as cores da bandeira dos Estados Unidos vanglorian beneficiado pelo produto da guerra enquanto outro clemento de grupo sombrado de preto suposto ser filha do "progresso da Ciência e do Petroquímica" um bolo comercial de 38 anos da primeira tragédia atômica. Até a mulher manifestantes agravavam faixas saudando o amor a paz e a natureza cantando "Abaixo os militares e as armas cantando fascisto" jogando flores para a população. Em plena intervenção do bem contra o mal o Brigado lemBrou que em São José dos Campos SP existe a concentração de mais importante do que em 16 Estados brasileiros" e isso não vai mudar as condições econômicas do País. Somente fará nós nos vamos agravar a dívida social". Explicou que quando as críticas são indiretas "a nossa classe média e desastra para a produção bélica com a ilusão de que isso vai gerar empregos e os resultados são outros e o caso do Brasil é um exemplo. Aqui as Forças Armadas se transformaram numa grande empresa sem que haja controle por parte da sociedade menos a do governo". Ao final do bolo aparece no Congresso Nacional sobre os destinos desta produção como acontece nos países desenvolvidos e democráticos".